5 de setembro de 2016

Impressões de LAUSANNE - YLG2016

1. Breve História de Lausanne

O Movimento de Lausanne é um movimento evangélico global que nasceu no Congresso Internacional sobre Evangelização Mundial em 1974. Neste evento, que ocorreu em Lausanne (Suíça), estiveram presentes 2700 delegados de mais de 150 países. Organizado por Billy Graham e John Stott, o Movimento de Lausanne deu origem a vários encontros estratégicos a nível global, onde se inclui o encontro de Lausanne em 1974, o de Manila (1989) e o da Cidade do Cabo, na África do Sul (2010). 

    Nos dias 3 a 10 de agosto aconteceu o Encontro de Líderes Jovens de Lausanne na Cidade de Jacarta, na Indonésia, estiveram presentes cerca 1000 delegados de +-150 países. Este é o terceiro encontro convocado pelo Movimento, que ocorre uma vez a cada geração. Os encontros anteriores foram em Cingapura, 1987, e na Malásia, em 2006, mobilizando e conectando influenciadores emergentes evangélicos na missão global. Esses encontros também proporcionaram amizades para a vida e parcerias ministeriais. O objetivo do Encontro é promover conexões entre os líderes e capacitar novas gerações para a missão global a fim de que esses influenciadores promovam um impacto permanente para o Reino e a igreja global.[1]

2. Estrutura e Acolhimento
   
   Cheguei em Jacarta no dia 02 de agosto às 22:45. No aeroporto já contava com a companhia dos irmãos Homero (Jordânia) e Natan (ABU); após o desembarque nos unimos a Matheus (ICEV) e Andreia (Canadá). Também já se aglomerando havia vários irmãos estrangeiros aguardando o transporte para o hotel. 

   Desde o primeiro momento fiquei impressionado com a estrutura do evento. A equipe de apoio (cooperadores) foi maravilhosa, eram irmãos indonésios. Todos os trabalhos de orientações, apoio e cuidado eram realizados com muita alegria e disposição, para mim estava notório a satisfação desses irmãos em nos servir e conversar conosco. Em todos os momentos me deparava com um sorriso e “can I help you?”. Sobre a estrutura, os hotéis estavam ótimos, excelentes e também com bom atendimento e um delicioso café da manhã. Havia ônibus com vários horários para nos conduzir ao local do evento e também é importante destacar a segurança, sempre reforçada para que tivéssemos o melhor Encontro possível.

  O Encontro aconteceu na UPH (Universitas Pelita Harapan), uma belíssima universidade cristã. A estrutura oferecida, desde auditório, salas de reuniões e espaço de alimentação promoveram um encontro de excelência e tudo muito bem organizado. Quero parabenizar aos organizadores de Lausanne e a Igreja Indonésia, pois a estrutura e logística do evento foi nota 1000.

3. Envolvimento com as Escrituras
   
   O grande tema do Encontro foi Unidos na Grande História e os temas que nos guiaram durante as reuniões da manhã foram criação, queda, redenção e a vida na nova cidade. O período da manhã iniciava com música, peça teatral e exposição; depois havia alguns minutos para oração e reflexão e para finalizar a manhã o grupo de conexão (grupo pequeno), este discutia e meditava no texto. Fiquei bastante tocado com as exposições. No período da noite as músicas se destacavam mais, seguido de informação (situação do mundo), orações e palestras. Aqui quero destacar uma palestra do Ravi Zacharias: “precisamos entrar na história de Deus e receber orientações para saber evangelizar no meio das mudanças. Encontrar um ponto de contato, mostrar a glória de Deus. As pessoas estão te olhando, seja verdadeiro, evangelize com a vida sem comprometer o evangelho. Vamos lutar, levar o evangelho ao mundo com verdade e justiça. Traga formas diferentes de pregar o Cristo machucado, mas não comprometa o evangelho”.

   A brasileira Marina Silva deixou uma boa reflexão em sua palestra. Argumentou biblicamente sua tese de sustentabilidade, pensando na defesa e cuidado da criação: “destruir a criação é ofender ao criador e desprezar o presente que Ele nos deu”. Anne Zaki expôs sobre a Torre de Babel, demostrando o grande problema da idolatria e o egocentrismo e ainda outra impressão marcante foi com o David Platt, que pregou com ousadia sobre a condenação do mundo e deu ênfase na necessidade de proclamar a Cristo. Os Guinnes nos conduziu a uma reflexão sobre crises ao redor do mundo, como secularismo e crescimento do Islã; sua preocupação com secularismo está na forma de como as gerações futuras vão encarar as mudanças, levando o evangelho sem ser influenciados. “É preciso ter coragem para quebrar com a própria geração quando estão errados”.

   Lausanne é um movimento comprometido com as Escrituras, vê-se uma dedicação em todas as partes para que Deus seja ouvido e glorificado por meio da Palavra. A obra de evangelização mundial deve considerar as Escrituras e o Cristo crucificado é o Cristo da Escritura. Por isso que o Pacto de Lausanne (1974) dedica um capítulo inteiro falando da autoridade da Bíblia, seu poder e interpretação. A Confissão de Fé de Cape Town na parte 1, item 6 diz: “Nós amamos a Palavra de Deus nas Escrituras do Antigo e Novo Testamentos ... Nosso amor pela Bíblia é uma expressão do nosso amor por Deus”. A Missão de Deus não é realizada pela experiência com o homem e nem determinada pelas necessidades, mas exclusivamente pela Palavra de Deus e redenção em Cristo. As estatísticas mostram que o mundo está perdido e ainda há milhões de pessoas sem o evangelho e nem uma porção da Escritura, o tempo ainda não terminou!

4. Grupo de Conexão
   
   Uma das coisas que mais me marcou e promoveu impressão foi o grupo pequeno. Nosso grupo foi formado por: Stephanie Kraft (UK), nossa mentora; André Saldiba (IBAB); Samuel (Portugal); Mateus (ICEV); Ana Paula (AME); Andréia (Canada) e Eu. Nos reunimos no auditório todas as manhãs para meditar no texto exposto e das 11 a 12:15 para compartilhar o LifeMap e orarmos juntos. Fui muitíssimo edificado pelas histórias de cada um e também pelo cuidado e carinho da líder da equipe, que com sua experiência e amor a Cristo nos impactou muito.

5. Encontros e Contatos
   
   Um dos propósitos do Encontro foi proporcionar CONEXÃO entre os convidados. Tive o privilégio de conversar bastante com alguns irmãos ligados a organizações importantes; como ABU (Natan, Giovanna, Jéssica, Fernando, etc), MAIS (Homero), AME (Iva e Ana Paula), KAIRÓS (Wellington), JMM (Davi e Vanessa), Dynamic Church Planting (David Godoy), JV (Marcos Botelho), ALEF (Leandro), Jonathan (Pesquisa), Vocare (galera), Roberto/Simone (Burkina), Krisensio (Timor), Priscila (FTL), Isaque, Paulo Moreira, Marcos Amado, Tônica e outros preciosos irmãos que mesmo sem serem citados aqui contribuíram muito com meu aprendizado e edificação. A delegação representou bem a diversidade da igreja brasileira; diversidades de regiões, pensamentos e desafios, tanto transculturais, como urbanos. Irmãos alegres, motivados e cheios de sonhos e ainda o orgulho em ver conterrâneos levando o evangelho em contextos extremamente difíceis. Sou devedor a essa delegação pelo aprendizado e momentos de conversas e sugestões ministeriais. Alguns contatos para estágios de alunos foram feitos e espero que isso promova benefícios em prol do Reino.

6. Envolvimentos (reuniões em grupo, conversas individuais e frustrações)
   
   Participei praticamente de todos os encontros, no auditório e em pequenos grupos. Além da programação normal, tivemos algumas reuniões extras; uma reunião aconteceu com a Marina Silva. Minha impressão sobre esse encontro foi ruim, ela falou sobre sua proposta política, como vê a missão e sobre rótulos. Na primeira questão, ela propõe uma política nova, neutra e fora dos rótulos direita e esquerda. O problema é que quando ela argumenta sobre uma nova maneira de se fazer política e contra rótulos, suas propostas são horizontais, partem das necessidades e de uma empolgação marxista, aliás ela falou sobre marxismo. Em relação a missão, ela disse o quanto gosta da “teologia da libertação” e suas leituras bíblicas e ilustrações são baseadas em interpretações de padres e libertacionistas. Também defendeu uma missão que parte “do contato com o próximo”; ou seja, seus pressupostos são claramente esquerdistas/marxistas e não cristão/protestante/bíblico. Infelizmente o tempo não me permitiu perguntar, mas percebi o quanto seus ideais influenciam os evangélicos brasileiros, houve um clube de fãs em torno dela e ouvi uma dezena de irmãos reproduzindo a questão dos rótulos. Nós sabemos que não há política e nem teologia neutras, somos filhos da nossa educação e de pressupostos teológicos e filosóficos, conscientes ou inconscientes; nós revelamos esses pressupostos em nossos discursos e quando não assumimos nossas posições ou não somos convictos é porque nossos pressupostos são frágeis ou ruins. Em relação a Sustentabilidade fiz um comentário positivo acima, realmente foi muito bom e bíblico, daí acho que a questão está na política mesmo.

   Minha oficina foi sobre o Islã. Tivemos um tempo muito produtivo guiados por um bate papo sobre os desafios com o Islamismo. Ouvimos vários obreiros que trabalham em regiões difíceis. Outro encontro importante relacionado ao Islã foi com o Pr. Marcos Amado, conversamos um bom tempo sobre educação teológica, meu ministério no SETECEB, Lausanne e Islamismo. Esse nobre pastor é professor no Seminário Servo de Cristo, líder do Martureo e um missionário apaixonado pela evangelização dos muçulmanos. Os dois encontros promoveram em mim uma compreensão mais bela do trabalho com os muçulmanos; fui convencido da necessidade de trabalhar para que a Igreja entenda seu papel. Somos chamados para uma evangelização considerando que os muçulmanos são perdidos e não conhecem a verdade, por isso precisam ser amados e alvo do cuidado da Igreja. O corpo de Cristo não pode se deixar influenciar pela mídia, considerando todos os muçulmanos terroristas e assassinos. A linguagem da Igreja é outra e o exemplo é o de Cristo, sendo assim o discurso bélico é para o Estado que é ministro de Deus para restringir o mal, mas o corpo de Cristo proclama o evangelho redentor e demonstra com atitudes o cuidado de Deus por sua criação. Também tive um precioso tempo com o Pr. Paulo Moreira, falamos sobre missões, igreja e principalmente os desafios do movimento de Lausanne no Brasil e como poderíamos nos envolver mais. Sou grato a Deus por esses momentos em grupo ou 1+1.
  
  Tentei promover algumas discussões com os brasileiros sobre a realidade da igreja brasileira em relação a Missão. Escrevi nos grupos, propus temas de debates e até apelei para que produzíssemos algo, talvez um projeto ou documento. Poucos responderam positivamente. Mas, graças a empolgação de alguns irmãos conseguimos nos reunir mais duas vezes. Na primeira reunião ouvimos alguns compartilharem seus anseios e desejos. Marcos Amado expôs algumas necessidades para que Lausanne fosse mais conhecido no Brasil e um pouco do que são os princípios do Movimento. Sara Breuel e Mila Gomides também falaram sobre a necessidade de fazer algo e o irmão Hélder Favarin explicou como exemplo o que estão fazendo na Espanha. 

 Houve um certo sentimento de necessidade de uma organização ou grupo para trabalhar no Brasil. Marcos Amado propôs o início de uma organização e deixou sugestões para serem discutidas na próxima reunião. Nessa segunda reunião também foi apresentado o Daniel Bianchi, novo coordenador de Lausanne para a América Latina. Daniel explicou a importância do Brasil para os outros países e deseja muito que os brasileiros estejam envolvidos com eles e disse: “Nós precisamos da Igreja Brasileira”. Na terceira reunião, realizada na quarta-feira foi formado um grupo de coordenação, esse grupo está se organizando e buscando apoio para levar os objetivos e princípios de Lausanne a frente. Essas reuniões foram maravilhosas, conhecemos pessoas, ouvimos seus desafios e nos surpreendemos com a capacidade de cada um e suas vidas no campo. 

   Estive presente como ouvinte em uma reunião do grupo da Fraternidade Teológica, onde me senti acolhido e bem-vindo. Logo depois fomos a uma reunião com todos os latino-americanos. Aquela proposta de formular um documento deu certo do lado latino de fala espanhola. Nossos hermanos se animaram e nos buscaram para participar com eles. Fiquei empolgado e feliz com o compromisso dos irmãos em produzir algo mais palpável e ser uma voz a partir de Lausanne. Fiz a leitura da proposta três vezes e posso atestar que o documento ficou muito bom. A Teologia latino-americana está muito bem representada no quesito social e na luta para ser uma voz frente a corrupção e injustiças sociais. Qualquer pessoa que lê ficará admirado com a sensibilidade e “voz profética”, mas é notório para mim que não é uma proposta integral, pois falta evangelização/pregação. A minha maior tensão está no tratamento que alguns, repito alguns, líderes latino-americanos dão a Missão. As conversas e reuniões giram em torno das necessidades humanas, considero muito antropocêntrico. 

  Há uma forte reação a pregação e evangelização tradicional. Senti na pele a dificuldade de alguns quando fiz essa crítica e revelei meu desejo de trazer para o movimento irmãos de denominações mais conservadoras. Ouvi: “esse é o contexto da América-Latina”, “não podemos pensar em denominações”. Sei que houve pelo menos três pessoas que propuseram a inclusão de mais proclamação e evangelização, porém no documento final não saiu essas propostas e somente faz uma menção muito pequena a isso, enquanto quase que na totalidade o discurso é social. É perceptível a reação negativa quando descobrem que há alguém no meio que não é da TMI e não defende uma Teologia Contextual. Mas, reconheço que as frustrações foram bem menores do que a comunhão, paz, crescimento e aprendizado que esses nobres irmãos causaram em minha vida e ministério, agradeço a cada um! 

7. Impressões Conclusivas
   
   Creio plenamente em Lausanne. O Encontro de líderes jovens confirmou o que venho ensinando em seminários nos últimos anos, que o Movimento de Lausanne é fundamentado biblicamente, continua sendo fiel aos princípios elaborados em 1974 e conhecidos pelo Pacto de Lausanne e reafirmados pela Confissão de Cape Town (2010). Pode-se resumir Lausanne como um “movimento de mobilização global para o cumprimento da Missão em resposta ao grande amor de Deus na história, através do evangelho de Jesus Cristo, do amor a Bíblia, de uma proclamação cristocêntrica e um esforço de redimir o mundo de Deus pelo auxílio da graça e da presença do Espírito” é também “um movimento de unidade, comunhão e alegria do Espírito no corpo de Cristo”. Lausanne representa muito bem a diversidade na unidade e o desejo de fazer de tudo para Cristo ser conhecido sem negociar a verdade, sem abrir mão de seus fundamentos e com um grande interesse de promover conexões e parcerias para cumprir a grande comissão até a volta de Cristo.

   Creio em “Uma Missão Integral”. O Encontro me levou a algumas reflexões e revisões missiológicas. Ainda tinha algumas dúvidas em relação a proposta de uma Teologia Contextual, porém ouvindo as palestras e conversando com irmãos de diversos lugares do mundo tive a certeza de que qualquer proposta de teologia contextual ou latino-americana é libertacionista e excludente. Não creio em nenhuma proposta de teologia/missiologia que parte do contexto ou da experiência humana com o pobre/marginalizado/necessitado, não sou otimista em relação ao ser humano. Creio em uma Missão de Deus que é elaborada à luz das doutrinas da revelação e inspiração plenária da Bíblia. Isso me obriga a crer que o texto foi formado a partir de um contexto histórico e gramatical e que esse contexto único da revelação determina a intenção do autor e o que de fato Deus quer dizer. O nome Jesus de Nazaré não foi dado porque Ele exercia sua preferência aos pobres e servia nos guetos (hermenêutica contextual), mas como nos revela o contexto, Ele era chamado de Jesus de Nazaré porque cresceu na cidade de Nazaré. Essa interpretação e outras como a libertação no Êxodo é única em todos os lugares e tempos. Ela depende de seu próprio contexto e não está presa ao contexto atual, libertacionista ou existencialista. Creio sim na necessidade da contextualização, ou seja, um ministério que se encarna na cultura e desafios do povo alvo, trazendo a Palavra de Deus para a realidade do povo, em sua língua e contexto, sem modificar o significado único do texto. O ser humano precisa se arrepender de seus pecados e se ajustar a Palavra e não o contrário.

   O conceito Integral depende do pressuposto daquele que o defende. No Brasil nós encontramos algumas vozes atribuindo a si mesmo uma defesa de Missão Integral, vê-se claramente posicionamentos políticos, diálogos intensos com a Teologia da Libertação e um interesse grande por uma missão que parte do “encontro com o outro”, “com o pobre” e não com Cristo e sua Palavra. Também há vozes que devem ser ouvidas e admiradas, nisso louvo: CEM, Ultimato, ALEF, entre muitas outras. Creio que o conceito Integral promovido por Lausanne tem como pressuposto a Escritura e essa como uma revelação proposicional e inspirada, por isso Integral quer dizer: “A proclamação da glória de Deus na face de Cristo” (Lindsay Brown), sendo pregada publicamente e de casa em casa (At 20.20), amor pela Igreja e pelo mundo de Deus, a busca pelo cuidado do mundo, que afetado pelo pecado é destruído. Isso é Evangelho Integral, olhando para as coisas do alto (Lc 11.20; Cl 3.1-4) e cuidando responsavelmente das coisas da terra (Gn 1.28; Lc 9.13; Rm 8.18-23). 

   Creio que precisamos de mais jovens corajosos que lutam pela evangelização mundial; precisamos de uma geração fiel, compromissada e responsável. Que estejam dispostas a se prepararem melhor teologicamente e também, assim como há um bom grupo lutando contra as injustiças e corrupções, que Deus levante jovens brasileiros dispostos a lutar pela unidade da igreja, pela verdade do evangelho, denunciando erros na prática da Missão e na política eclesiástica de forma conservadora, ou seja, bíblica. É notório que há uma tendência no evangelicalismo brasileiro em manter um discurso de paz, paz e segurança (1Tes 5.3) para que não haja confrontação de erros e heresias quando na verdade cresce o mundanismo, liberalismo, feminismo, ecumenismo, sincretismo, etc. Esse discurso não contribui com a verdade, não promove a glória de Cristo e muito menos a evangelização mundial. Por jovens líderes mais preparados e corajosos para cumprir a Missão!

8. Agradecimentos
   
   Quero expressar minha gratidão ao Pr. Huang Cheng Hsiung, Diretor da Missão Servos que durante os últimos 13 anos tem me ensinado através de aulas e exemplos sobre a Missão de Deus e com muita confiança e coragem me indicou para o YLG2016, acreditando em mim como um líder influenciador na obra missionária brasileira. Agradeço imensamente minha denominação (ICEB), tanto como instituição (MEAN, MEAR/MT, MEAR/SP, MEAR/CN, SETECEB, DM, Igrejas locais), bem como muitos pastores, irmãos e amigos que intercederam e ofertaram para minha viagem. Agradeço meus amigos da Igreja Presbiteriana Santo Eterno, sempre presentes na minha vida e ministério e ao MCC (Missionários Cristãos Cooperadores). Agradeço a Igreja Presbiteriana de Vila Bonilha (Rev. Fábio), pelas orações e oferta generosa. Minha gratidão aos familiares, amigos anônimos, alunos e professores residentes do SETECEB que contribuíram e oraram. Ao meu irmão Roberto, meu amigo e mantenedor, sempre presente em todo meu ministério. Minha amada esposa e meus filhos que sempre sofrem minha ausência, desejo que meu amor e dedicação ao Senhor sirva de exemplo para que vocês o amem e se necessário morram por Ele, obrigado por entenderem que Deus através do Ministério e minha família são a minha vida. 


   Desejo de todo o coração que Nosso Deus em Cristo Jesus os recompense e aumente o vosso crédito, isso para a glória Dele!

   Pela evangelização mundial,
   Glauco Pereira

4 comentários:

  1. Deus te abençoe pastor! É sempre inspirador ver a seriedade com que você responde ao chamado de Deus. O engajamento na obra missionária arde em seu coração e em suas palavras, Louvado seja Deus!

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  2. Obrigada por essa boa e profunda reflexão! Que possamos influenciar a igreja brasileira com a visão, I compromisso e o espírito de servo que encontramos no YLG

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  3. Obrigada por essa boa e profunda reflexão! Que possamos influenciar a igreja brasileira com a visão, I compromisso e o espírito de servo que encontramos no YLG

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  4. Querido amigo Rev. Glauco, graça e paz!
    Fico muito feliz em ler seu testemunho sobre o citado encontro. De nossa parte foi um grande privilégio colaborarmos de alguma forma com seu ministério. Conte sempre conosco e, vindo a São Paulo, nos visite por favor.
    Um grande abraço para a Adriana e as crianças.

    Rev. Fábio Aguiar
    Igreja Presbiteriana de Vila Bonilha.

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